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quarta-feira, 31 de março de 2010

O lado sujo da nuvem.

Cloud Computing é uma atividade limpa, você deve pensar. Afinal, as mídias físicas – CDs, DVDs e afins – dão lugar ao armazenamento de programas e arquivos na web.

Só que as coisas não são bem assim. Afinal, a computação em nuvem não está totalmente suspensa – ela demanda servidores escondidos em algum canto do mundo. E o Greenpeace divulgou nesta terça-feira (30) um relatório em que mostra como o aumento do número de dados na nuvem pode aumentar a emissão de CO2 na atmosfera.

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O estudo leva em consideração o aumento do lançamento de aparelhos baseados na nuvem – como o iPad, que oferece acesso a serviços online. O Greenpeace cutuca: “A Apple é a capitã da promoção e, enquanto nós admiramos o elegante design despoluído do iPad, precisamos pensar em para onde isso está nos levando”.

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Comparação dos data centers: tamanho, número estimado de servidores, eficácia estimada de energia, % de energia poluente, % de energia renováveil

Segundo o estudo, se a demanda por servidores na nuvem continuar, os Data Centers consumirão 1,963 bilhões de kW de eletricidade em 2020. Essa quantia é superior à energia consumida por Brasil, França, Alemanha e Canadá. Juntos.

As empresas de tecnologia e computação em nuvem são as que têm o maior potencial de se tornarem verdes. O Google, por exemplo, já listou as suas atividades.


Fonte> Estadão - Link


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