Só que as coisas não são bem assim. Afinal, a computação em nuvem não está totalmente suspensa – ela demanda servidores escondidos em algum canto do mundo. E o Greenpeace divulgou nesta terça-feira (30) um relatório em que mostra como o aumento do número de dados na nuvem pode aumentar a emissão de CO2 na atmosfera.
O estudo leva em consideração o aumento do lançamento de aparelhos baseados na nuvem – como o iPad, que oferece acesso a serviços online. O Greenpeace cutuca: “A Apple é a capitã da promoção e, enquanto nós admiramos o elegante design despoluído do iPad, precisamos pensar em para onde isso está nos levando”.
Segundo o estudo, se a demanda por servidores na nuvem continuar, os Data Centers consumirão 1,963 bilhões de kW de eletricidade em 2020. Essa quantia é superior à energia consumida por Brasil, França, Alemanha e Canadá. Juntos.
As empresas de tecnologia e computação em nuvem são as que têm o maior potencial de se tornarem verdes. O Google, por exemplo, já listou as suas atividades.
Fonte> Estadão - Link


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